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SÃO PAULO - A quarta-feira tem volumosa agenda de indicadores

. Começando pelo campo doméstico, as expectativas estão voltadas para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa Selic. O consenso entre os economistas é de estabilidade do juro básico em 12,50%, mas o mercado de juros futuros continua sugerindo probabilidade próxima de 70% de uma redução. A decisão, como sempre, só é apresentada após o encerramento nos negócios nos mercados locais. Antes disso, o foco está voltado aos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a produção industrial de julho. As estimativas sugerem recuperação, após contração de 1,6% em junho. Ainda na agenda local, a Fundação Getulio Vargas (FGV) apresenta a Sondagem da Indústria, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) traz o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) e o Banco Central (BC) divulga mais uma parcial sobre o fluxo cambial. Nos Estados Unidos, o destaque fica com o relatório da ADP, empresa que processa folhas de pagamento, sobre a criação de vagas no setor privado. As estimativas sugerem a abertura de 100 mil postos em agosto, após 114 mil vagas em julho. A agenda também reserva o índice de atividade em Chicago, que deve mostrar queda de 58,8 em julho para 53 agora em agosto. e a variação nas encomendas à indústria, com previsão de alta de 1,5%. Dos EUA, há ainda a divulgação do relatório sobre as reservas de petróleo e a apresentação da demanda por empréstimos hipotecários. Na zona do euro, atenção à taxa de desemprego de julho e à estimativa para o índice de preços ao consumidor de agosto. Na quinta-feira, merece destaque a reação do mercado à decisão do Copom e o índice de atividade industrial nos EUA. A semana acaba com os dados oficiais do mercado de trabalho americano e com o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no segundo trimestre. (Eduardo Campos | Valor)

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