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Taxa recuou de 11,1% em abril para 10,9% em maio; número de desempregados foi estimado em 2,4 milhões de pessoas

A taxa de desemprego no conjunto das sete regiões pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Seade registrou uma pequena queda em maio para 10,9%, contra 11,1% de abril. O número de desempregados foi estimado em 2,410 milhões de pessoas, 40 mil a menos que na medição anterior.

"O número de postos de trabalho gerados (192 mil) foi superior ao de pessoas que entraram na força de trabalho (151 mil), reduzindo o contingente de desempregados em 40 mil pessoas. O total de ocupados, nas sete regiões investigadas, foi estimado em 19.724 mil pessoas e a PEA, em 22.133 mil", informou o Dieese/Seade.

O desemprego ficou estável na maior parte das regiões analisadas, diminuiu em São Paulo (de 11,2% para 10,7%) e no Distrito Federal (de 14,3% para 13,6%) e cresceu ligeiramente em Porto Alegre (de 7,4% para 7,7%).

Dentre os setores de atividade, o nível ocupacional aumentou no Comércio (93 mil, ou 3,0%), no agregado de Outros Setores (59 mil, ou 3,9%) e na Construção Civil (24 mil, ou 1,9%), permanecendo relativamente estável nos Serviços (14 mil, ou 0,1%) e na Indústria (2 mil, ou 0,1%).

Renda

Em março, no conjunto das regiões pesquisadas, os rendimentos médios reais dos ocupados caíram 1,2%, para R$ 1.367, enquanto os dos assalariados tiveram redução de 1,7%, para R$ 1.409. Os dados referentes à renda apresentam um mês de defasagem em relação aos de emprego.

A pesquisa do Dieese/Seade é realizada nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, e no Distrito Federal.

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