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Taxa de desocupação ficou estável em 6,4% no mês; rendimento médio foi de R$ 1.566,70, o valor mais alto para o mês de maio desde o início da série histórica

A taxa de desemprego no Brasil ficou estável em maio, em 6,4%, e alcançou o menor nível histórico para o mês desde 2002. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na medição anterior, em abril, a desocupação também havia ficado em 6,4%.

Na comparação anual, a taxa diminuiu 1,1 ponto percentual em relação ao indicador de maio do ano passado quando a taxa de desocupação foi de 7,5%.

De acordo com o IBGE, a população desocupada ficou estável em relação a abril, com um total de 1,5 milhão de pessoas. Já em relação a maio de 2010, a população desocupada apresentou queda de 13,7%, com um total de 242 mil pessoas a menos à procura de trabalho.

A população ocupada também ficou estável na comparação mensal, com 22,4 milhões de pessoas. Em relação a maio de 2010, houve aumento de 2,5%, representando um adicional de 552 mil ocupados.

Os dados divulgados pelo IBGE revelam que o rendimento médio real (descontado a inflação) habitual dos trabalhadores ocupados apresentou de 1,1% em maio frente a abril, para R$ 1.566,70, o valor mais alto para o mês de maio desde 2002. Na comparação anual, o valor representa aumento de 4,4%.

A massa de rendimento real habitual ficou em R$ 35,5 bilhões no mês, 1,6% acima da registrada em abril e cresceu 6,6% em relação a maio do ano passado.

O levantamento do IBGE é feito nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e Recife.

Taxa de desemprego no Brasil

Evolução do indicador em meses de maio

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Fonte: IBGE

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