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A taxa de desemprego no Japão recuou ligeiramente em agosto, para 5,1%, após ter atingido 5,2% em julho, segundo dados divulgados hoje

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A taxa de desemprego no Japão recuou ligeiramente em agosto, para 5,1%, após ter atingido 5,2% em julho, segundo dados divulgados hoje. Os gastos globais das famílias aumentaram 1,7% em relação a agosto do ano passado, em termos reais. A taxa de desemprego ficou de acordo com o que era esperado pelos analistas. Já os gastos familiares tiveram crescimento superior ao da expectativa do mercado, que era de 1,4%.

Em outra divulgação do dia, o governo informou que o núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Japão caiu 1% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado. O resultado é mais um sinal de que a economia do país permanece mergulhada na deflação. A queda marcou o 18º mês seguido de declínio e ficou em linha com a média das previsões dos economistas. O núcleo do CPI, que exclui os preços voláteis dos alimentos frescos, já havia caído 1,1% em julho e 1% em junho.

O dado mais recente mostra que o ritmo de quedas no núcleo do CPI desacelerou ligeiramente no mês passado, sugerindo que uma recuperação na economia em geral impulsionou a demanda doméstica e impediu que os preços caíssem mais. Mas os analistas dizem que a deflação pode persistir se o iene continuar forte, com a perspectiva incerta para as economias dos EUA e da Europa pressionando a economia japonesa - dependente de exportações.

Isso pode obrigar o Banco do Japão (BOJ, o banco central do país) a tomar medidas adicionais de afrouxamento monetário para apoiar a economia e neutralizar a deflação. O núcleo do CPI para a área metropolitana de Tóquio - um indicador antecedente das tendências nacionais - recuou 1% em setembro. As informações são da Dow Jones.

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