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Investidor defende que limite para o endividamento americano seja retirado e que teto só atrapalha o Congresso

Warren Buffett
Mila Burns, de Omaha, especial para o iG
Warren Buffett
Enquanto a Casa Branca e o Congresso americano discutem a elevação do teto da dívida, o investidor Warren Buffett defende que seria melhor se os Estados Unidos não tivessem limite nenhum. Em entrevista à NBC, Buffett afirmou que um teto “artificial” para o endividamento do país é improdutivo para Washington.

“Tudo que ele faz é desviar a energia das pessoas. Não faz nenhum sentido. Ter esse limite artificial, que sempre é elevado no fim das contas, interrompe as atividades do Congresso. Acredito que é uma perda de tempo do Congresso”, disse o investidor

Buffett não está sozinho. A agência de classificação de risco Moody’s também sugeriu que o teto da dívida fosse eliminado, o que ajudaria a eliminar as incertezas para os detentores de bônus.

Buffett esteve na Casa Branca com Bill Gates para conversar com o presidente Barack Obama sobre o projeto “Giving Pledge”, uma iniciativa que estimula os bilionários a destinarem 50% de suas fortunas para caridade.

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