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Em um sinal da fraqueza da economia, o desemprego no bloco permaneceu em um recorde de 12,1%, pouco acima do dado revisado de abril de 12,0%

Reuters

Pessoas formam fila em frente à agências de emprego na Espanha
Reuters
Pessoas formam fila em frente à agências de emprego na Espanha

O desemprego da zona do euro atingiu uma máxima recorde em maio, mas os preços ao consumidor aceleraram a alta em junho pelo segundo mês seguido e afastaram a ameaça de deflação no bloco.

Os preços ao consumidor nos 17 países da zona do euro, que sofre com sua mais longa recessão na história, acelerou para 1,6% em junho na comparação anual, ante 1,4% em maio, informou nesta segunda-feira a agência de estatísticas da UE Eurostat.

Esse foi o segundo mês de ganhos ante a mínima de 1,2% em abril, embora a leitura de junho ainda esteja abaixo da meta do Banco Central Europeu (BCE) de perto mas não acima de 2%.

Os preços de alimentos, álcool e produtos de tabaco foram os principais responsáveis pelo resultado da inflação em junho, seguidos de energia e serviços, disse a Eurostat em sua estimativa preliminar da inflação.

O BCE realiza sua reunião de política monetária na quinta-feira, embora a expectativa seja de que mantenha a taxa de juros na atual mínima recorde.

Veja também: Atividade industrial europeia mostra sinais de estabilização em junho

Em um sinal da fraqueza da economia, o desemprego no bloco permaneceu em um recorde de 12,1%, pouco acima do dado revisado de abril de 12,0%, mas abaixo da leitura anterior da Eurostsat de 12,2%. Mas o resultado ficou abaixo da expectativa de economistas consultados pela Reuters de 12,3% em maio.

A Alemanha viu sua taxa de desemprego cair para 5,3% no mês, a segunda menor na zona do euro após a Áustria, com 4,7%. A Itália e a Espanha registraram um aumento modesto no desemprego, enquanto o desemprego na França ficou inalterado.

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