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Em troca de uma ajuda de 78 bilhões de euros concedidos em maio de 2011 pela União Europeia e o FMI, Portugal se comprometeu em aplicar um programa de rigor drástico, muito criticado pela população

AFP

As novas medidas de austeridade do governo português, fortemente constestadas, devem permitir ao país, que está sob assistência financeira internacional, recuperar mais rapidamente sua autonomia, afirmou nesta segunda-feira o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho.

"Queremos continuar com a luta contra o déficit e os gastos para que possamos dizer em breve, com a cabeça erguida, a nossos sócios internacionais: hoje retomamos nossa autonomia para que não voltemos a abandoná-la", declarou Passos Coelho em encontro no Porto (norte).

Em troca de uma ajuda de 78 bilhões de euros concedidos em maio de 2011 pela União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI), Portugal se comprometeu em aplicar um programa de rigor drástico, muito criticado pela população.

Confrontado com uma forte recessão econômica e um desemprego recorde, Lisboa obteve no início de setembro a flexibilização de seu objetivo de déficit público, revisado a 5% do PIB este ano e a 4,5% em 2013.

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