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Previsão é que o banco com os ativos tóxicos entre em funcionamento no início de dezembro, disse o ministro da Economia da Espanha, Luis de Guindos

Reuters

O ministro da Economia da Espanha, Luis de Guindos, afirmou nesta quarta-feira que investidores privados formarão pelo menos 55% do "banco podre" que o país criará ainda este ano para alocar ativos imobiliários ruins que pesam sobre balanços de bancos.

Em pronunciamento ao Parlamento espanhol, Guindos disse que o banco podre será formado principalmente de dívida, com 10% do componente "equity" (capital e dívida subordinada) sendo subscrito por investidores privados e pelo Estado.

A previsão é que o banco com os ativos tóxicos entre em funcionamento no início de dezembro, disse o ministro.

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