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Comissão Europeia, Banco Central Europeu e FMI visitariam o país a partir desta segunda-feira, mas o primeiro-ministro grego e o ministro da finanças estão com problemas de saúde

Agência Estado

A avaliação das reformas da Grécia que seria feita por um grupo de credores internacionais será postergada, de acordo com informações de uma fonte não identificada do governo grego, já que o primeiro-ministro da Grécia, Antonis Samaras, e o escolhido para o Ministério de Finanças, Vasilios Rapanos, estão afastados por problemas de saúde. "Há um atraso, a data exata da chegada dos auditores será definida nos próximos dias", disse a fonte.

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Autoridades da chamada troika - formada pela Comissão Europeia, Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) - visitariam a Grécia a partir desta segunda-feira, dia 25, para retomar o monitoramento das condições financeiras do país. A supervisão anterior foi feita em fevereiro.

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Samaras passou por uma cirurgia ocular para corrigir um descolamento de retina. Após a operação, o novo líder grego, de 61 anos, deve ficar descansando em casa por pelo menos uma semana. Com isso, ele deixará de comparecer no encontro da União Europeia nos dias 28 e 29 de junho.

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O recém escolhido ministro de Finanças, por sua vez, foi levado para o hospital na sexta-feira, após se queixar de dores estomacais e só deve receber alta na terça-feira. De acordo com o website grego skai.gr, Rapanos iria tomar posse na sexta-feira, após ser nomeado na quarta-feira.

O novo governo grego, formado pelos conservadores e respaldados pelos socialistas e esquerdistas moderados após a eleição do dia 17 de junho, defendem o prolongamento por dois anos dos árduos ajustes fiscais demandados como contrapartida para a ajuda financeira concedida ao país. As informações são da Dow Jones.

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