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Segundo fonte do grupo, esperava-se que a China contribuísse com cerca de US$ 60 bilhões, com Rússia, Brasil e Índia fornecendo US$ 10 bilhões cada

Os líderes das principais economias do mundo estão prontas para confirmar que farão novos empréstimos ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para combater a crise, apesar de algumas nações emergentes estarem frustradas com o ritmo lento de conquista de mais poder no credor global.

A cúpula do G20 no México nesta segunda-feira e na terça-feira será ofuscada pela crise da dívida da Europa, que ameaça apertar os próprios fundos de resgate da região, destacando a necessidade de uma proteção maior no FMI.

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Continua incerto, no entanto, se todos os líderes que participam da cúpula irão assinar um tamanho específico de contribuição para o Fundo.

O vice-ministro das Finanças da China, Zhu Guangyao, disse no domingo que Pequim irá contribuir para os US$ 430 bilhões em novos recursos para o FMI, que foi acertado entre ministros das Finanças em abril, mas não informou uma quantia específica.

"Nós estamos completamente confiantes de que o FMI atingirá o objetivo de aumentar seus fundos em US$ 430 bilhões e a China irá contribuir com certeza", disse Zhu a repórteres no resort mexicano de Los Cabos.

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O ministro das Finanças do Japão, Jun Azumi, disse esperar que a China diga com quanto irá contribuir durante a cúpula do G20, uma ação que pode impulsionar outros países em desenvolvimento a fazer o mesmo.

As nações emergentes China, Rússia, Brasil e Índia não divulgaram em abril com quanto dinheiro irão irão contribuir para o FMI, e buscaram conectar qualquer nova contribuição com reformas de votação no FMI, dando-lhes mais poder no Fundo.

A maior parte do dinheiro extra ao FMI virá da Europa. O Fundo destacou que a quantia não é para ajudar apenas países europeus, mas também países afetados por turbulências causadas pela crise da zona do euro.

Uma autoridade do G20 afirmou à Reuters que esperava-se que a China contribuísse com cerca de US$ 60 bilhões, com Rússia, Brasil e Índia fornecendo US$ 10 bilhões cada.

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