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País também vendeu 1,5 bilhão de euros em dois títulos com vencimento em fevereiro de 2019 e março de 2020

Os custos de empréstimos de três anos da Itália saltaram para 5,3% em um leilão nesta quinta-feira, destacando as crescentes pressões sobre a terceira maior economia da zona do euro após uma ajuda à Espanha não ter convencido os investidores de que a crise do bloco pode ser contida.

Com suas reformas econômicas estagnando e as especulações de que pode precisar de um resgate crescendo, a Itália pagou o maior montante desde dezembro pela dívida de três anos, que havia vendido a 3,9% há apenas um mês.

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Mas em mercados altamente voláteis apenas um dia depois de a agência de classificação de riscos Moody's cortar o rating da Espanha em três graus, Roma levantou a valor máximo esperado de 4,5 bilhões de euros com três títulos e vendeu a dívida a rendimentos abaixo dos níveis do mercado.

A Itália também vendeu 1,5 bilhão de euros em dois títulos com vencimento em fevereiro de 2019 e março de 2020, que não são mais emitidos de forma regular.

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Na quinta-feira, o rendimento dos títulos de 10 anos da Itália subiu para 6,3%, o maior desde janeiro.

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