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Instituto para Finanças Internacionais diz que remessas devem somar R$ 1,8 trilhão neste ano e que volumes devem ficar baixos enquanto a crise europeia estiver prejudicando a economia

O Instituto para Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) estima que os fluxos líquidos de capital para os mercados emergentes diminuam em 2012, enquanto a crise de dívida europeia continuar prejudicando a economia global.

Segundo o IIF, os fluxos líquidos de capital para economias emergentes cairão neste ano US$ 100 bilhões (R$ 200 bilhões), para US$ 912 bilhões (R$ 1,855 bilhão), com Leste Europeu, Europa Central e Ásia correspondendo à maior parte do declínio.

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Apesar da queda prevista, a estimativa é maior do que a de US$ 746 bilhões (R$ 1,517 trilhão) calculada em janeiro. Para 2013 o IIF espera uma recuperação nos fluxos para pouco mais de US$ 1 trilhão (R$ 2 trilhões).

Os fluxos de capital privado para as economias emergentes da Ásia provavelmente ficarão em torno de US$ 450 bilhões neste ano e em US$ 440 bilhões em 2013, abaixo de cerca de US$ 530 bilhões nos últimos dois anos. Para o Leste Europeu e a Europa Central, os fluxos de capital deverão cair cerca de 20%, para US$ 145 bilhões, em 2012. As informações são da Dow Jones.

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