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Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas, principal órgão de planejamento econômico do país, autorizou cerca de cem projetos entre eles a construção de siderúrgicas

O gabinete chinês aprovou na quarta-feira um plano para promover sete setores estratégicos até 2015, como parte dos seus esforços para reformar a economia e reforçar o crescimento em longo prazo.

"Como a economia enfrenta uma crescente pressão negativa, (o plano) tem grande significado na manutenção de um crescimento de longo prazo estável e relativamente rápido", disse o site do Conselho de Estado (gabinete) após reunião presidida pelo primeiro-ministro Wen Jiabao.

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Os setores estratégicos abrangem os esforços de economia energética e preservação ambiental, o desenvolvimento de tecnologia de informação de nova geração, biotecnologia, materiais industriais, equipamentos industriais avançados e novas fontes energéticas, inclusive para o setor automotivo.

A economia chinesa tem previsão de crescimento de 8,2% neste ano, menor índice desde 1999, segundo previsões de economistas de bancos de investimentos ouvidos na última pesquisa da Reuters.

Pequim tem apresentado várias medidas destinadas a ampliar o consumo interno e os investimentos privados, como forma de compensar o momento negativo nas exportações.

Tais medidas incluem a aprovação rápida de investimentos em infraestrutura, a oferta de subsídios para a compra de eletrodomésticos que poupem energia e estímulos à entrada de capital privado em vários setores dominados por estatais.

A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas (CNDR), principal órgão chinês de planejamento econômico, autorizou cerca de cem projetos em 21 de maio, o que gerou especulações de que a China iniciaria uma fase de fortes gastos fiscais, ou mesmo que estaria estimulando a atividade econômica com investimentos em setores improdutivos e com capacidade ociosa.

Entre os projetos aprovados pela CNDR estão a construção de usinas siderúrgicas nas províncias de Guangdong e Guangxi.