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Parcela total de crédito ao consumidor expandiu em US$ 8,73 bilhões, menos do que a metade do aumento revisado

O crédito ao consumidor dos Estados Unidos expandiu mais lentamente do que o esperado em fevereiro, apesar de as pessoas continuarem pegando dinheiro emprestado para comprar carros e ir para a escola, mostraram dados do Federal Reserve (banco central norte-americano) divulgados nesta sexta-feira.

A parcela total de crédito ao consumidor expandiu em US$ 8,73 bilhões, menos do que a metade do aumento revisado de 18,3 bilhões de dólares registrado em janeiro e abaixo das estimativas de economistas de Wall Street, de US$ 12 bilhões.

O crédito rotativo, que mede basicamente o uso do cartão de crédito, encolheu pelo segundo mês consecutivo. Ele caiu US$ 2,21 bilhões em fevereiro, após um declínio de US$ 2,95 bilhões em janeiro.

Mas o crédito não-rotativo, que inclui empréstimos para automóveis como para estudantes feitos pelo governo, subiram em US$ 10,94 bilhões em fevereiro. Esse resultado seguiu um aumento extraordinário de US$ 21,56 bilhões durante janeiro.

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