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Otimismo das famílias com situação financeira nos próximos meses é o mais alto desde maio de 2008

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) continua praticamente estável, saindo 121,7 em setembro para 121,8 pontos em outubro. O índice, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quarta-feira, mostrou estabilidade tanto para a avaliação presente quanto para as expectativas dos consumidores para os próximos seis meses.

Dentre os fatores que entram na composição do ICC, o melhor resultado no mês foi do indicador de otimismo sobre a situação financeira da família nos próximos meses, que atingiu 133,4 pontos, maior patamar desde maio de 2008 (133,8 pontos). Segundo a pesquisa, 36,2% dos consumidores esperam melhora da situação financeira em outubro, ante 34,6% em setembro. Já a taxa dos que preveem piora caiu de 3,1% para 2,8%.

Segundo a FGV, a  avaliação do consumidor em relação ao estado geral da economia no momento continuou melhorando: embora a proporção de consumidores que consideram boa a situação atual diminuiu de 33,3% para 31,6% do total; a dos que a consideram o cenário ruim diminuiu em maior magnitude, de 21,0% para 18,9%.

O Índice da Situação Atual (ISA) registrou variação negativa de 0,1%, de 140,8 pontos, em setembro, para 140,7 pontos em outubro. O Índice de Expectativas (IE) subiu 0,2%, ao passar de 111,6 para 111,8 pontos.

O ICC é composto por cinco quesitos da Sondagem de Expectativas do Consumidor, que é realizada com base em uma amostra de mais de 2 mil domicílios em sete capitais brasileiras.

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