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Washington , 13 abr (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, abriu hoje a primeira de duas sessões plenárias da Cúpula sobre Segurança Nuclear, em Washington, que abordará as medidas individuais a serem adotadas pelos países sobre o tema.

Washington , 13 abr (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, abriu hoje a primeira de duas sessões plenárias da Cúpula sobre Segurança Nuclear, em Washington, que abordará as medidas individuais a serem adotadas pelos países sobre o tema. O encontro, que começou na noite de ontem com um jantar de Estado, reúne representantes de 47 países na capital americana, 38 deles chefes de Estado ou de Governo. A previsão é de que a primeira das duas sessões plenárias, que começou às 9h30 locais (10h30, no horário de Brasília), dure duas horas. A Casa Branca espera que, durante a sessão, alguns países anunciem o que estão fazendo para eliminar ou proteger melhor os materiais nucleares em seu território e para minimizar seu uso no setor civil, ao converter os reatores que usam urânio altamente enriquecido para outros que utilizem material com um nível mais baixo de enriquecimento. A primeira sessão plenária será seguida por um almoço de trabalho, em que será avaliado o papel da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) na área de segurança nuclear. Em seguida, os chefes das delegações iniciarão a segunda sessão plenária, que começará às 14h locais (15h, no horário de Brasília) e que também durará duas horas. Os países concentrarão na reunião da tarde as medidas que podem adotar no âmbito multilateral e como reforçar o sistema internacional para uma melhor segurança nuclear. Obama divulgará as conclusões do evento em uma entrevista coletiva prevista para as 16h30 locais (19h30, no horário de Brasília). Os líderes presentes emitirão, além disso, um comunicado conjunto no qual expressarão seu compromisso coletivo contra o tráfico ilícito de materiais nucleares. Os líderes presentes na sessão fizeram um minuto de silêncio em memória do presidente polonês, Lech Kaczynski, que morreu no sábado em um acidente aéreo junto com sua esposa e outras 94 pessoas. EFE tb/pd
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