
Na era da comunicação móvel, vale tudo na tentativa de reduzir o lixo eletrônico, um dos principais responsáveis por contaminar solo e água com metais pesados tóxicos, como chumbo, mercúrio, cádmio e níquel.
A Motorola decidiu trocar os metais externos dos smartphones e lançou, no mês passado, dois modelos de celulares com acabamentos em madeira natural certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council), proveniente de florestas manejadas de forma responsável e de outras fontes controladas .
O Motorola razr 70 ultra e o Motorola edge 70 pro trazem a madeira natural combinada com materiais de engenharia avançada, como a estrutura em alumínio e a dobradiça reforçada com titânio.
Leia também: Nescafé usa IA para reduzir consumo de água em fazendas
O objetivo é oferecer um produto com um design diferenciado, além de mais sustentável, e com uma experiência sensorial mais acolhedora. Segundo a marca, a textura da madeira proporciona uma pegada mais confortável e agradável ao toque.
A iniciativa faz parte da estratégia da marca de incorporar materiais obtidos de maneira responsável em seu portfólio premium, alinhada às suas diretrizes ESG, que incluem práticas de manejo florestal responsável, preservação da biodiversidade e ações voltadas à redução do impacto ambiental.
Política de descarte
Desde 1998, a Motorola atua com políticas de descarte de baterias usadas, incluindo toda a rede de assistência técnica e parceiros estratégicos, além das operadoras de telefonia celular.
A empresa é membro ativo da Green Eletron, entidade sem fins econômicos ou lucrativos que trabalha com um sistema coletivo para a logística reversa de eletroeletrônicos de uso doméstico e pilhas. A companhia e conta com pontos de coleta para celulares e eletrônicos em todo o país e compõe o rol de empresas que, em outubro de 2019, assinou o Acordo Setorial para a Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos
O documento é um complemento à Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS (Lei 12.305/2010) e define metas para fabricantes para coleta e destino correto de seus produtos.
* Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal iG