Latinhas de alumínio.
Reprodução/freepik
Latinhas de alumínio.

As latas de alumínio são um case de sucesso quando pensamos em reciclagem e logística reversa. Tanto que o Brasil recicla mais de 99% das latas e é líder mundial na reciclagem deste material.

Além de sustentáveis, agora as latas também são apontadas como as mais confiáveis - sobretudo nestes tempos em que há cada vez mais mortes em decorrência de metanol misturado a bebidas clandestinas. Uma pesquisa inédita realizada pela Ball Corporation mostra que os brasileiros estão mais atentos à segurança do que ingerem.

Segundo o levantamento, 4 em cada 5 brasileiros (79%) demonstram preocupação com a segurança das bebidas alcoólicas. Além disso, 90% afirmam que a embalagem influencia diretamente na sensação de segurança ao consumir bebidas alcoólicas, e 39% passaram a inspecionar a embalagem das bebidas com mais atenção. 

Além disso, uma boa parcela dos consumidores se sente mais segura ao comprar bebidas em supermercados (39%), restaurantes (24%) e lojas especializadas (21%). 


Embalagens invioláveis

Do total de entrevistados, 29% passaram a comprar mais bebidas na embalagem de alumínio. Além disso, lacres invioláveis (68%), selos de certificação (62%) e QR codes de verificação (56%) estão entre os principais atributos desejados para aumentar a confiança nas embalagens.

“A segurança da embalagem nunca foi tão valorizada quanto agora. A estrutura inviolável da lata de alumínio, aliada à sua vedação de alta performance, representa uma vantagem concreta para fabricantes, pontos de venda e consumidores. É uma solução que entrega segurança em cada etapa: da linha de envase ao consumo final”, afirma Daniela Tomatti, Vice-Presidente Comercial e de Sustentabilidade da Ball para a América do Sul. 

Leia mais: Reciclagem de garrafas de vidro evita falsificação de bebidas

    Comentários
    Clique aqui e deixe seu comentário!

    Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

    Mais Recentes