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Em agosto, a China adquiriu US$ 21,7 bilhões em Treasuries, elevando para US$ 868,4 bilhões sua posição nos papéis

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A China continuou comprando Treasuries (títulos do Tesouro dos Estados Unidos) em agosto, pelo segundo mês seguido, e manteve sua posição de maior detentor internacional desses títulos. Os dados constam do relatório mensal sobre capital estrangeiro, divulgado nesta segunda-feira pelo Tesouro norte-americano. Em agosto, a China adquiriu US$ 21,7 bilhões em Treasuries, elevando para US$ 868,4 bilhões sua posição nos papéis. Em julho, a China comprou US$ 3 bilhões em Treasuries.

O Japão, segundo maior detentor de títulos norte-americanos, elevou para US$ 836,6 bilhões sua posição, de US$ 821 bilhões em julho. De modo geral, os investidores estrangeiros privados adquiriram um total líquido de US$ 85,5 bilhões em notes e bônus do Tesouro, após US$ 21,4 bilhões em compras feitas em julho. 

As instituições estrangeiras oficiais, como os bancos centrais, adquiriram um total líquido de US$ 31,5 bilhões em Treasuries em agosto, após compras líquidas de US$ 8,7 bilhões em julho. Já as compras líquidas por estrangeiros de dívida emitida por agências com apoio do governo, como Fannie Mae e Freddie Mac, totalizaram US$ 4,6 bilhões em agosto, abaixo dos US$ 17,3 bilhões de julho.

As compras líquidas de ações norte-americanas por estrangeiros caíram para US$ 4,8 bilhões em agosto, ante US$ 12,5 bilhões em julho. As compras de bônus corporativos por estrangeiros recuaram para US$ 10 bilhões em agosto, de US$ 13,9 bilhões em julho. As informações são da Dow Jones.

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