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A consultoria Teleco acredita que o setor de telefonia móvel continuará em ascensão em 2009, mas receberá menos clientes do que em 2008. A projeção da Teleco é de que as adições líquidas - novas assinaturas menos os desligamentos num dado período - atinja cerca de 25 milhões de linhas móveis neste ano, número 15,8% inferior ao registrado em 2008, quando os ingressos líquidos foram de 29,7 milhões de celulares, um recorde anual.

As adições líquidas mensais de 2008 superaram as de 2007 em todos os meses, exceto em dezembro, quando houve queda de 23% ante os ingressos de dezembro de 2007, para 3,6 milhões de linhas.

Com isso, a consultoria aguarda para o final de 2009 uma base de quase 176 milhões de assinantes de telefones celulares, alta superior a 16% sobre os 150,6 milhões de pontos de acesso registrados no fechamento de 2008.

A teledensidade - indicador que mede o número de telefones em serviço a cada grupo de 100 habitantes - deve subir de 79,2% para 90% no prazo de um ano, o que colocaria o País em situação próxima à da Rússia.

Apesar da crise global, a Teleco acredita que os fatores que levaram a um crescimento recorde em 2008 continuam presentes em 2009, como a entrada da Oi em São Paulo, da Vivo no Nordeste, a portabilidade numérica e a instalação das redes de terceira geração (3G).

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