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LinkedIn lança serviço para desenvolvimento de carreira

Com 80 milhões de usuários em todo o mundo, o LinkedIn, rede social voltada a relacionamentos profissionais, anunciou sua investida para conquistar jovens universitários.

A empresa acaba de lançar o Carrer Explorer, funcionalidade que permite aos estudantes traçar caminhos potenciais para sua carreira, construir uma rede profissional e coletar informações valiosas sobre as profissões nas quais estão interessados.

Em agosto, o LinkedIn contabilizou 1,47 milhão de visitantes únicos no Brasil
José Dionísio
Em agosto, o LinkedIn contabilizou 1,47 milhão de visitantes únicos no Brasil
Inicialmente, o serviço está disponível apenas para 60 universidades americanas, mas a empresa promete expandir a funcionalidade gradativamente.

Entre outros recursos do Career Explorer estão o acesso a oportunidades de trabalho, as informações sobre o tipo de educação e experiência exigidos em determinada carreira e os dados sobre salários.

Os universitários também poderão se conectar a profissionais, capazes de auxiliá-los na carreira; terão acesso a estatísticas sobre as profissões; e poderão seguir potenciais empregadores, sendo notificados, por exemplo, de novas oportunidades de empregos postadas pela empresa.

Sucesso das redes sociais no Brasil

De acordo com a comScore, empresa de pesquisa na área digital, o Brasil é um dos nove maiores mercados na área de Internet e também está entre os que cresce mais rapidamente.

O levantamento da empresa mostra que, em agosto deste ano, o país contabilizou mais de 36 milhões de usuários de redes sociais. O Orkut lidera o uso, com 29 milhões de visitantes únicos. Em seguida aparece o Windows Live Profile, com 12,5 milhões, o Facebook, 8,9 milhões e o Twitter, 8,6 milhões.

Já o LinkedIn é a oitava rede social mais usada no país, contabilizando 1,47 milhão de visitantes únicos no período. Entre os profissionais, o panorama é diferente. Segundo pesquisa da Hays, o LinkedIn aparece como líder na preferência dos candidatos, sendo utilizado por 65% dos entrevistados, seguido do Orkut (52,5%), do Facebook (47,5%) e do Twitter (26,5%).

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