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Consultora da Catho Online destaca que seu uso só deve acontecer se for uma exigência da empresa. Caso contrário, o ideal é enviar em português.

Quem está em busca de emprego em uma multinacional ou quer tentar carreira no exterior, normalmente, fica em dúvida se deve ou não enviar o currículo em inglês. Se você é uma dessas pessoas, fique atento. No primeiro caso, prefira mandar em português, a menos que seja uma exigência da empresa escrevê-lo em inglês.

De acordo com Glaucia Santos, supervisora de consultoria virtual da Catho Online, empresa do grupo Catho especializada em recrutamento pela internet, mandar aleatoriamente currículos em inglês pode levar a um resultado indesejado. Nem todo mundo que faz a pré-seleção domina a língua e você corre o risco de ter seu currículo jogado no lixo, alerta. 

Em geral, ela explica que o currículo em inglês é pré-requisito para executivos e profissionais que atuam com comércio exterior. Embora já comece a ser realidade para quem trabalha na área de tecnologia da informação. Nos últimos anos, as multinacionais passaram a pedir com mais freqüência, diz.

Nesses casos, Glaucia ressalta que os cuidados com a gramática devem ser redobrados. Principalmente por não estarmos acostumados às expressões idiomáticas de cada país. O ideal é buscar orientação de alguém que domine bem o inglês para não cometer erros ou colocar algo que dê outro sentido ao que se pretende destacar. Nunca recorra a tradução literal, orienta.

Quanto à estrutura, deve-se usar a forma tradicional, abrindo com os dados pessoais e seguindo com o objetivo, experiência profissional e acadêmica. Se você tiver morado ou feito viagens profissionais para fora, não esqueça de incluir essas informações no currículo.


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