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Setor resistiu à crise e agora busca profissionais

São Paulo ¿ A crise financeira mundial não chegou a impactar de forma agressiva o setor de seguros, como aconteceu com outros mercados. Além de ter se mostrado bastante resistente à turbulência desde o início, o setor tem anunciado fusões e aquisições e produtos diferenciados.

Os bancos, por exemplo, têm se consolidado como importantes distribuidores de seguros dos chamados ramos elementares, que incluem apólices de automóveis e residências, oferecendo apólices nas agências.

Classe C - Além disso, o crescimento da classe C tem se mostrado uma boa oportunidade para as companhias, já que essa camada da população está mais sujeita a riscos como acidentes, doenças ou catástrofes naturais.

Com tantas movimentações, o setor está aquecido e à procura de especialistas. A Hays, empresa de recrutamento para média e alta gerência, aponta que candidatos com visão estratégica e capacidade de planejamento estão sendo disputados. Há uma carência no mercado de profissionais especializados em riscos corporativos, resseguros e benefícios.

Diferencial - Na disputa por uma vaga, sai na frente o candidato que tenha conhecimento desses produtos e das regulamentações do setor.

Outro diferencial na hora do recrutamento é o domínio de línguas e um curso de pós-graduação ou MBA em uma escola de primeira linha. 

Ainda de acordo com a Hays, os salários oferecidos pelo setor são atrativos. Para cargos de média gerência, por exemplo, um atuário (profissional técnico especializado em mensurar e administrar riscos) recebe de R$ 9 mil a R$ 10 mil mensais, e um contador, entre R$ 8 mil e R$ 10 mil.

Um diretor técnico, cargo de alta gerência, é remunerado entre R$ 15 mil e R$ 20 mil mensais. Os bônus e outros benefícios podem fazer com que os valores cresçam ainda mais.

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