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Funcionários querem que chefes se comuniquem mais e melhor e se interessem pela vida pessoal dos empregados

Um estudo da empresa de pesquisas Gallup revelou que quase metade dos profissionais que deixaram seus empredos, fizeram isso "para se afastar dos seus chefes".

O levantamento realizado com 7.200 americanos constatou que os funcionários que fazem reuniões regulares com seus gestores são três vezes mais propensos a se engajarem, ou seja, se sentirem envolvidos e entusiasmados com seu trabalho.

Os profissionais querem que a comunicação com os gestores seja constante, e não trate apenas sobre as metas ou projetos futuros, mas que os líderes tenham interesse em sua vida pessoal também.

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Mais da metade dos trabalhadores (54%) que deram a nota mais alta no quesito "sentir-se à vontade para se aproximar do chefe com qualquer tipo de pergunta" estão ativamente engajados – a proporção cai para 24% para aqueles que deram a segunda nota mais alta na classificação. Além disso, cerca de um quarto dos entrevistados disseram que não se sentem confortáveis ​​trazendo à tona questões pessoais com o chefe.

Segundo o estudo, os trabalhadores também desejam mais clareza sobre a expectativa de seus chefes em relação ao seu trabalho e que todos os funcionários sejam tratados da mesma maneira, expondo os preguiçosos. 

Chefes chatos, geralmente, são vilões na ficção:



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