Tamanho do texto

Indicador de tendências de contratação cai 0,3% e percepção dos consumidores sobre mercado de trabalho recua 3%

Previsões da FGV são de piora  no mercado
Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
Previsões da FGV são de piora no mercado

Os dois indicadores de situação do mercado de trabalho da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentaram piora na passagem de outubro para novembro. O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), que busca antecipar tendências futuras sobre geração de emprego com base em entrevistas a empresários e consumidores, caiu 0,3% em novembro.

Recuo: Desemprego cai em outubro na comparação mensal e no acumulado de 12 meses

Segundo a FGV, a queda do indicador foi provocada principalmente pela avaliação mais pessimista dos empresários da indústria sobre a situação atual de seus negócios. O índice reflete cenário de baixa expectativa de geração de vagas no próximo ano.

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), que avalia a percepção dos consumidores sobre o mercado de trabalho, piorou 3% em novembro, em relação ao mês anterior. O índice atingiu seu menor patamar desde abril de 2010.

De acordo com a FGV, o resultado confirma “a tendência observada nos meses anteriores e reflete a contínua piora da percepção do consumidor sobre as possibilidades de se conseguir emprego”.

Na mesa: Jogadores transformam pôquer em profissão e ganham salário de executivo