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Pesquisa do LinkedIn revela habilidades que passam, ou poderiam passar, de pais para filhos

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Segundo o LinkedIn, para 72% dos profissionais brasileiros, os pais possuem conhecimentos que ajudariam em suas carreiras, mas apenas 47% dos pais acreditam nisso.

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A constatação é resultado de uma pesquisa realizada pela rede social que revela habilidades que passam, ou poderiam passar, de pais para filhos. O estudo faz parte da campanha Dia de Levar os Pais ao Trabalho , que termina no dia 6 de novembro, quando as empresas participantes incentivam seus funcionários a levarem os pais ao trabalho .

Apesar de não entenderem bem a vida profissional dos filhos, 94% dos pais se sentem orgulhosos por suas conquistas. Quando perguntados sobre as habilidades que possuem e que poderiam ser compartilhadas, liderança e negociação aparecem mais entre pais, enquanto organização aparece mais entre mães.

Ainda segundo o estudo, 69% dos pais acham que impactaram diretamente a carreira dos filhos. As principais formas de impacto mencionadas foram apoio financeiro durante a educação (65%), conselhos profissionais (58%) e moradia (50%). De acordo com 87% dos pais, eles já receberam um agradecimento de seus filhos pela ajuda concedida em suas carreiras, sendo que 50% diz ser agradecido regularmente.

Para Fernanda Brunsizian, Gerente de Comunicação sênior do LinkedIn, em comunicado a imprensa, “os pais têm potencial para contribuir significativamente na vida profissional de seus filhos, mas esse conhecimento não está sendo passado para a geração mais nova. De acordo com ela, os principais motivos são o desconhecimento sobre a vida profissional dos filhos e a sensação de que o mundo mudou tanto, que a sabedoria que tinham já não é mais válida.

A pesquisa foi conduzida pela Opinium Research por meio de um questionário online feito com 15.026 adultos entre 7 de julho e 22 de julho de 2014. Destes, 7.684 são pais de trabalhadores e 11.026 são trabalhadores (meio período ou tempo integral). Os países pesquisados foram: Austrália, Brasil, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong, Índia, Inglaterra, Itália, Singapura e Suécia. No Brasil, foram pesquisados 2.002 adultos, durante o período de 8 a 17 de julho de 2014.

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