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Objetivo da iniciativa é evitar que focos da doença encontrados no país vizinho contaminem o rebanho brasileiro

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anunciou na sexta-feira que reforçou o controle na fronteira do Mato grosso do Sul com o Paraguai para evitar que focos de febre aftosa identificados no país vizinho contaminem o rebanho do lado de cá da fronteira. Foram deslocados para o estado 13 técnicos de Goiás, Rondônia, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e do Pará, entre fiscais federais agropecuários e veterinários

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Segundo o Ministério, o grupo apoiará os trabalhos de fiscalização em 14 postos fixos, nove barreiras volantes e na vigilância em propriedades de maior risco. Os postos do Sistema de Vigilância Agropecuária (Vigiagro) espalhados pela fronteira também foram reforçados com fiscais federais do Serviço de Inspeção Federal (SIF) do próprio Estado.

Em paralelo, o governo do Mato Grosso do Sul pretende contratar até o fim do mês, em caráter emergencial, 35 veterinários, pelo prazo de um ano, com possibilidade de renovação do mais um. Hoje, em ponto considerados mais críticos, o estado é apoiado por uma equipe de 100 militares, cedidos pelas Forças Armadas para ajudar nas rotinas de fiscalização.

Como parte dos esforços para evitar que os focos de aftosa no Paraguai cheguem ao Brasil, no Paraná a Polícia Rodoviária Federal passou a apoiar os militares que fazem o controle do fluxo de pessoas sobre a Ponte da Amizade, que separa Foz do Iguaçu de Cidade Del Leste, do lado paraguaio. E há uma reunião agendada para os dias 18 e 19 deste mês, entre técnicos dos serviços veterinários do Paraná e de Santa Catarina, para discutir medidas adicionais de controle.

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