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Chengdu (China), 22 out (EFE).- Representantes da Colômbia e do Brasil na 4ª Cúpula Empresarial Chinês-Latino-Americana concordam que é necessário que os empresários conheçam melhor a China para poder romper barreiras e alavancar o comércio com o país asiático, considerado bastante promissor.

Chengdu (China), 22 out (EFE).- Representantes da Colômbia e do Brasil na 4ª Cúpula Empresarial Chinês-Latino-Americana concordam que é necessário que os empresários conheçam melhor a China para poder romper barreiras e alavancar o comércio com o país asiático, considerado bastante promissor. No caso colombiano, as exportações ao gigante asiático não ultrapassam 10% da capacidade total do país, enquanto outras nações latino-americanas chegam aos 25%. Segundo o ex-ministro de Fazenda do país, Óscar Iván Zuluaga, a sucessão presidencial na Colômbia não modificou a estratégia de aproximação com a China. "O Governo quer promover uma maior inserção da economia colombiana no mercado internacional e o presidente (Juan Manuel Santos) anunciou que nos dois primeiros meses de 2010 fará uma visita oficial à China para aprimorar as relações comerciais com este país", explicou Zuluaga à Agência Efe. Já o Brasil, representado por Luiz Fernando Antônio, diretor de Operações de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), busca expor aos chineses todo o potencial do país. "Não somos só exportadores de matérias-primas, somos também uma oportunidade de investimento", disse o diretor. Antônio destacou que o Brasil precisa trabalhar para ser mais competitivo na América Latina e em qualquer parte do mundo, e buscar formas de que a relação com a China compense de algum modo a chegada do gigante asiático a setores comerciais latino-americanos. Cerca de mil representantes de Governos e empresas da China, América Latina e Caribe se reuniram ontem e hoje em Chengdu para discutir acordos comerciais e estudar formas de melhorar as relações entre estas regiões, em uma cúpula promovida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). EFE abc/mm

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