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SÃO PAULO - A redução das perdas nas bolsas americanas ajudou o Ibovespa a retomar o campo positivo no início desta tarde. Os investidores seguem à espera do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, Ben Bernanke, na Câmara Regional de Dallas, no Texas.

SÃO PAULO - A redução das perdas nas bolsas americanas ajudou o Ibovespa a retomar o campo positivo no início desta tarde. Os investidores seguem à espera do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, Ben Bernanke, na Câmara Regional de Dallas, no Texas. Com mínima de 70.750 pontos e máxima de 71.257 pontos, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subia há pouco 0,12%, aos 71.182 pontos, com volume financeiro negociado de R$ 3,37 bilhões. Em Wall Street, o índice Dow Jones recuava 0,16%, enquanto o S & P 500 perdia 0,11% e o Nasdaq ganhava 0,11%. Na Europa, as bolsas fecharam em baixa. O índice FTSE, de Londres, recuou 0,32%, enquanto o DAX, de Frankfurt, perdeu 0,48% e o CAC 40, de Paris, diminuiu 0,67%. No cenário corporativo doméstico, os papéis PNA da Vale também passaram a operar no azul, dando força para a Bovespa. Há pouco, as ações subiam 0,76%, a R$ 50,35, com giro de R$ 345,5 milhões. Já os papéis PN da Petrobras permanecem em baixa, com queda de 0,22%, a R$ 36,00, com giro de R$ 276,8 milhões. Os papéis PNA do Pão de Açúcar seguem na liderança das maiores altas do índice, ao avançarem 4,72%, a R$ 63,87. No sentido contrário, os papéis ON da PDG Realty permanecem com a maior baixa do Ibovespa, com recuo de 2,34%, a R$ 14,55. Entre as siderúrgicas, destaque de baixa para os papéis ON da CSN, com queda de 1,50%, a R$ 35,29, ON e PNA da Usiminas, com recuo de 0,64% e 0,45%, respectivamente cotados a R$ 62 e a R$ 60,67. Já as ações PN da Gerdau avançavam 0,51%, a R$ 31,22. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, disse hoje que as siderúrgicas já anunciaram às montadoras aumento no preço do aço, na esteira de reajustes próximos a 100% no minério de ferro, um dos insumos mais importantes da cadeia. O executivo, no entanto, não informou qual aumento foi sinalizado pelas siderúrgicas. "Pode haver um impacto importante no custo de produção", afirmou Schneider durante entrevista coletiva à imprensa. Ele acrescentou que alguns aumentos de preços de produtos siderúrgicos já chegaram aos fornecedores de autopeças. No mercado cambial, o dólar mantém a trajetória de alta e é negociado acima de R$ 1,76, na mesma direção travada contra libra e euro. Há pouco, a divisa americana subia 0,68%, a R$ 1,767 na venda. (Beatriz Cutait | Valor)
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