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SÃO PAULO - Depois da abertura positiva do mercado brasileiro, que atingiu 63.945 pontos na máxima do dia, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) perdeu força e passou a operar em baixa, na cola dos índices americanos.

SÃO PAULO - Depois da abertura positiva do mercado brasileiro, que atingiu 63.945 pontos na máxima do dia, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) perdeu força e passou a operar em baixa, na cola dos índices americanos. Por volta das 11h15, o Ibovespa recuava 0,79%, aos 62.910 pontos. O giro financeiro movimentado é de R$ 1,531 bilhão. Já o índice futuro cedia 0,78%, aos 63.400 pontos. Ontem, o principal índice da Bovespa teve queda de 2,31%, aos 63.414 pontos. Em Wall Street, apesar dos sinais de melhora da economia americana, a cautela volta a predominar sobre os negócios. Em abril, foram criados 290 mil postos de trabalho, com a geração de vagas no setor manufatureiro, de serviços de negócios, de cuidados com saúde e de lazer. O número, do Departamento do Trabalho, superou as previsões dos analistas. Já a taxa de desemprego avançou para 9,9% em abril, após ficar em 9,7% nos três primeiros meses deste ano. As bolsas americanas chegaram a ensaiar uma retomada, mas inverteram o rumo, acompanhando as bolsas europeias. Há pouco, o índice Dow Jones recuava 0,42%, enquanto o Nasdaq registrava decréscimo de 1,60% e S & P 500 cedia 0,59%. No Brasil, "as blue chips" operavam em rumos opostos. Enquanto as ações PN da Petrobras caíam 0,50%, a R$ 29,366, os papéis PNA da Vale avançavam 0,23%, a R$ 43,27. Entre as maiores altas do Ibovespa, apareciam os papéis PNB da Cesp, com valorização de 2,45%, a R$ 23,79, as ações PNB da Eletrobrás, com elevação de 2,22%, a R$ 26,68, e Klabin PN, com avanço de 2,10%, a R$ 4,85. No sentido oposto, destaque negativo para as ações ON da JBS, com queda de 4,51%, a R$ 7,40, MMX ON, com recuo de 3,53%, a R$ 11,19, e para LLX ON, com depreciação de 3,52%, a R$ 7,39. (Beatriz Cutait | Valor)

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