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As bolsas norte-americanas, europeias e asiáticas caíram novamente nesta quinta-feira, após o tombo registrado ontem em NY. Na Europa, no meio do pregão, os índices apontavam quedas que variavam entre 7% e 10%.

Acordo Ortográfico Nova York

Em poucos minutos após o início do pregão, as bolsas dos Estados Unidos operam no vermelho, dando seqüência às quedas verificadas no fechamento da sessão ontem. A crise financeira continua abalando a confiança dos participantes no mercado.

Por volta das 12h30 (horário de Brasília), o Dow Jones registrava recuo de 2,48%, aos 8.366,69 pontos. O Nasdaq diminuía 1,21%, ficando em 1.625,29 pontos. O S&P 500 estava em 885,23 pontos, com desvalorização de 2,71%. Ontem, o Dow Jones baixou 7,33% e o Nasdaq perdeu 5,47%.

Europa

No mesmo horário, o índice seletivo DAX 30 da Bolsa de Frankfurt, contagiada como as outras pela tendência de vendas, registrava uma queda de 8,84%. Na mesma linha, o FTSE 100 de Londres perdia 6,11% no meio do pregão. O CAC-40 de Paris registrava perdas de 9,44%.

Embora os papéis de bancos tenham protagonizado as principais quedas, as baixas são praticamente generalizadas.

Em Frankfurt, os títulos do Commerzbank caíam 6,33%; os do Deutsche Bank fechavam com baixa de 12,67%; os do RWE, de 11,72%, e os do E.ON, desabavam 11,90%.

Já em Madri, as maiores quedas eram observadas nos papéis da Iberdrola, com baixa de 11,96%, enquanto Endesa caía 10,21%; a Telefónica, 8,77%; o Santander, 7,86%; o BBVA, 5,69%; e a Repsol, 4,96%.

Em Londres, o Barclays sofria uma desvalorização de 18,92%, o BHP Billiton, de 11,15%, e o Admiral, de 10,39%.

Ásia

A queda livre das bolsas européias começou na abertura, após a forte baixa observada na quinta-feira em Wall Street, superior a 7%, e de Tóquio. A bolsa japonesa fechou a pior semana de sua história, com uma queda de 10%.

Na crise de confiança vivida pelos mercados, que, segundo os analistas, estão tão afetados pelo efeito psicológico da crise que é impossível prever sua evolução, a reunião hoje em Washington dos membros do Grupo dos Sete (G7, sete nações mais industrializadas do mundo) é uma gota no oceano.

Os representantes do G7 se reúnem em meio a uma crise financeira global sem precedentes e crescentes apelos para que os membros do grupo aumentem seu trabalho "em equipe".

As medidas de ação coordenada dos Governos e até dos bancos centrais não parecem, no entanto, surtirem os efeitos esperados.

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