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Republicano disse que plano mantém "os dois grandes padrões" que o partido republicano reivindicou durante as negociações

Presidente da Câmara de Representantes, o republicano John Boehner
Getty Images
Presidente da Câmara de Representantes, o republicano John Boehner
O presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o republicano John Boehner, pediu o apoio de seus colegas de partido para o acordo sobre o aumento do teto da dívida pública americana, mas não esclareceu se conta com os votos necessários para aprová-lo.

"Nos 20 anos que estou nesta câmara, nunca vi uma oportunidade melhor que este acordo para colocar algemas fiscais ao Congresso", disse Boehner em uma entrevista à imprensa junto com outros líderes republicanos.

Espera-se que a Câmara vote nas próximas horas o acordo obtido no domingo entre a Casa Branca e os líderes republicanos no Congresso, e que elevaria o teto da dívida em pelo menos US$ 2,1 trilhões para evitar que o país entre em moratória. Boehner considerou que esse acordo cumpre "os dois grandes padrões" que o partido republicano reivindicou durante as negociações sobre a dívida: "não aumentar os impostos e um corte de gastos maior que a alta do teto da dívida".

Ele considerou que deixa aberta a possibilidade de "acrescentar uma emenda constitucional" para que o orçamento federal sempre deva ficar equilibrado, uma exigência elementar para os membros do movimento conservador Tea Party, que não foi incluída no plano final.

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