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Para presidente da instituição, economias dos países da região estão mais sólidas se comparadas às do resto do mundo

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O presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, afirmou que o banco projeta para este ano taxa de crescimento entre 3,5% a 4% para a América Latina. A avaliação dele é que, apesar dos efeitos da crise sobre a economia da região, os países latino-americanos têm mostrado boas contas fiscais o que torna suas economias mais sólidas se comparadas às economias do resto do mundo.

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"Temos algumas brechas para serem fechadas na América Latina. Não há dúvida de que a crise afeta a economia de todo o mundo, não só da América Latina, mas os problemas passam mais pelo ambiente externo do que pela própria região, porque temos balanços fiscais bons e outros países não têm a mesma facilidade que nós temos do ponto de vista fiscal."

O presidente do BID disse ainda que não tem projeção específica para o crescimento do Brasil neste ano e ponderou que outros organismos como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (Bird) têm mais capacidade para fazer este tipo de projeção do que ele. O presidente do BID fez as declarações depois de ter se reunido com o vice-presidente da Fiesp, Benjamin Steinbruch.

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