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Londres, 27 fev (EFE).- O Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (Berd), o Banco Europeu de Investimentos (BEI) e o Banco Mundial (BM) se comprometeram a conceder 24,5 bilhões de euros para as entidades financeiras da Europa central e do leste.

Em comunicado divulgado hoje em Londres pelo Berd, os três bancos afirmam que esta ajuda pretende apoiar as entidades atingidas pela crise econômica global.

Esta resposta considera as diferentes circunstâncias macroeconômicas dos países da Europa oriental, acrescenta.

O presidente do Berd, Thomas Mirow, disse na nota que as instituições "trabalham juntas para encontrarem soluções práticas, eficazes e oportunas para a crise na Europa oriental. Atuamos porque temos uma especial responsabilidade na região".

"Durante muitos anos, a crescente integração da Europa foi uma fonte de prosperidade e benefício mútuo e não devemos permitir que este processo fique revertido", declarou Mirow.

Por outro lado, o presidente do BEI, Philippe Maystadt, afirmou que este plano conjunto ajudará a acelerar o envio de apoio financeiro vital para os bancos para que apóiem a economia da Europa central, do sul e do leste, especialmente para ajudar que as pequenas empresas possam sobreviver nestes momentos turbulentos.

Já o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, disse que é hora de a "Europa se unir para assegurar que não sejam perdidas as conquistas dos últimos 20 anos por causa de uma crise econômica que rapidamente está se transformando em crise humanitária".

Segundo o plano, de dois anos, o BEI injetará 11 bilhões de euros em créditos para pequenas e médias empresas, dos quais 5,7 bilhões poderão ser distribuídos de forma imediata.

O Berd concederá 6 bilhões de libras nos dois próximos anos, enquanto o grupo do Banco Mundial fornecerá o restante, 7,5 bilhões de euros. EFE vg/fal

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