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SÃO PAULO - A última semana de outubro tem eventos relevantes tanto no front doméstico quanto externo

. Por aqui, o foco dos investidores volta-se à ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve explicar os motivos que levaram o colegiado do Banco Central (BC) a manter a Selic estável em 10,75% na reunião da semana passada. A agenda local também traz o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de outubro, a nota de política monetária e a de política fiscal. Nos Estados Unidos, o destaque é a divulgação da primeira prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre. Atenção também aos dados do setor imobiliário, a índices regionais de atividade e à confiança do consumidor. Hoje, além dos tradicionais Boletim Focus, balança comercial e Índice de Preços ao Consumidor (IPC) semanal, a agenda local reserva a nota de política externa, com o resultado da conta corrente e do investimento estrangeiro. Na agenda externa, o Federal Reserve (Fed) de Chicago e o Fed de Dallas apresentam seus indicadores de atividade. Os investidores também conhecem a venda de imóveis usados no mês de setembro. Está prevista uma elevação de 4,1%. Amanhã, destaque para o PIB do Reino Unido no terceiro trimestre, para a nota sobre as operações de crédito no mercado local e para o índice de confiança do americano em outubro. Na quarta-feira, os investidores conhecem a venda de imóveis novos os EUA e a variação nas encomendas por bens duráveis. Na quinta-feira, os eventos domésticos centram a atenção conforme Copom divulga a ata de sua reunião, e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresenta o IGP-M de outubro. A semana acaba com o PIB e a confiança do americano. Por aqui, o BC apresenta a nota de política fiscal. A agenda corporativa é carregada. Por aqui, estão agendados os balanços da M. Dias Branco, Daycoval, Indústrias Romi, Marisa, Bradesco, NET, Totvs, Vale, WEG, Redecard, Santos Brasil, CSN, Telemar, Hering, Embraer, Lojas Renner, Santander Brasil, Suzano, Usiminas e TIM. No mercado externo, são aguardados os números de Sony, ArcelorMittal, Bristo-Myers Squibb, DuPont, Ford, Kimberly-Clark, Michelin, UBS, America Movil, BBVA, ConocoPhillips, Deutsche Bank, Legg Mason, Procter & Gamble, SAP, Visa, Whirpool, 3M Company, AstraZeneca, Avon, Santander, Bayer, Colgate-Palmolive, Daimler, Kodak, Goodyear, MetLife, Microsoft, Motorola, Sanofi-Aventis, Dow Chemical, British Airways, Merck, Nomura, Nasdaq e Total. (Eduardo Campos | Valor)

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