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Ex-presidente do Banco Central acredita que lideranca do fundo ficara a cargo de um europeu

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O presidente do Conselho de Administração da BM&FBovespa e ex-presidente do Banco Central (BC), Armínio Fraga, negou ser candidato a substituir o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, preso em Nova York por acusação de abuso sexual. 

Armínio disse achar simpático que lembrem do nome dele e de outros economistas gestores em países emergentes, mas disse acreditar que o cargo ficará com um europeu. "Não tem nada disso, deve ficar para algum europeu. Seria até prepotente responder a esta pergunta (sobre se seria candidato)", afirmou no 23.º Fórum Nacional, no Rio de Janeiro.

No futuro, ele não descarta a chance de o fundo abrir mais espaço para países emergentes, mas não acha que este seja o momento. "Não estou envolvido nesta discussão, mas minha leitura é que os europeus, dado o momento que eles vivem, vão preferir manter a tradição e nomear um europeu."