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Segundo sindicato, reajuste de 7,5% concedido à categoria vai impulsionar o crescimento e ajudar a gerar empregos

O reajuste salarial de 7,5% concedido aos bancários, após 15 dias de paralisações em todo o País, deverá injetar na economia R$ 6,15 bilhões em 2011 com salários e participações nos lucros e resultados (PLR). A estimativa é da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT).

Com o aumento, que corresponde a um ganho real de 3,08%, os 470 mil bancários deverão injetar, segundo cálculos do Dieese usados pelo sindicato, R$ 2,569 bilhões na economia.

“Além disso, outros R$ 3,578 bilhões entrarão em circulação por conta da PLR dos bancários”, disse o Contraf-CUT, em comunicado. O sindicato espera que R$ 1,329 bilhão já esteja em circulação entre o fim de outubro e o início de novembro, quando a categoria recebe a antecipação do bônus.

A Fenaban ofereceu reajuste de 7,5% para quem ganha até R$ 5.250, faixa que representa 85% dos bancários. Os salários superiores terão um aumento fixo de R$ 393,75 ou a correção da inflação do período (4,29%), o que for maior. O piso para funcionários de escritório terá acréscimo de 16,33%, passando para R$ 1.250.

Além do aumento real, os bancos ofereceram valorização dos pisos de até 16,33% e maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

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