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No final do ano passado, o azeite Andorinha, do grupo português Sovena, chegou aos pontos de venda com uma novidade que parece ter agradado em cheio às donas de casa brasileiras. Trata-se do bico vai e vem, um mecanismo que faz saltar um dosador assim que se abre a tampa e se recolhe automaticamente logo que a embalagem de vidro é fechada, impedindo que os consumidores sujem as mãos ao manusear a embalagem.

No final do ano passado, o azeite Andorinha, do grupo português Sovena, chegou aos pontos de venda com uma novidade que parece ter agradado em cheio às donas de casa brasileiras. Trata-se do bico vai e vem, um mecanismo que faz saltar um dosador assim que se abre a tampa e se recolhe automaticamente logo que a embalagem de vidro é fechada, impedindo que os consumidores sujem as mãos ao manusear a embalagem. Resultado: a inovação é apontada como um dos principais fatores que levaram a marca a vender 1,5 milhão de litros no primeiro trimestre deste ano, um aumento de 60% em relação a igual período de 2009. Outros fatores, como o aumento da renda da população, também ajudaram. "Hoje, mais de 40% do consumo de azeite no País vem das classes C e D", afirma Nuno Miranda, diretor da Sovena.

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