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Analistas projetam alta média de 0,5% para o índice oficial de inflação, que será divulgado nesta terça-feira pelo IBGE

Os indicadores de inflação são destaque na agenda de indicadores desta terça-feira. O foco está voltado ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio, que deve mostrar inflação ao redor de 0,50%, depois de leitura de 0,77% em abril.

Mesmo com a queda, a variação em 12 meses deve seguir acima do teto da meta de 6,5%. Salvo alguma surpresa, esse recuou da inflação "já está na conta" e leituras ainda menores devem ser registradas em junho e julho.

Antes do IPCA, a Fundação Getulio Vargas (FGV) apresenta o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) de maio. A previsão é de aumento de 0,30%, vindo de 0,50%.

A FGV também traz o Índice de Preços ao Consumidor Classe 1 (IPC-C1) de maio, destinado a medir a inflação para os consumidores de renda familiar até 2,5 salários mínimos.

Ainda na agenda doméstica, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga os Indicadores Industriais de abril. Na agenda externa, merecem atenção as vendas varejistas na zona do euro, crédito ao consumidor americano e discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), banco central americano, Ben Bernanke.

Na quarta-feira, os investidores aguardam o resultado da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que começa hoje. Como a decisão só é apresentada no fim do dia, os agentes reagem ao Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro, produção industrial da Alemanha e ao Livro Bege do Fed.

Ainda na semana, saem as decisões de juros do Banco Central Europeu (BCE) e Banco da Inglaterra (BoE), a balança comercial da China e as vendas no varejo brasileiro.

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