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Ações do setor de construção civil se mantinham em alta na Bolsa de Valores de São Paulo nesta quarta-feira, enquanto o governo fornece os detalhes do programa habitacional Minha casa, minha vida, que prevê a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos. O programa, que engloba R$ 34 bilhões, conta com R$ 16 bilhões em subsídios da União e R$ 10 bilhões em recursos do Fundo de Garantia do Tempo do Serviço (FGTS).

Por volta das 11h45, Gafisa ON avançava 7,89%, Rossi Residencial ON subia 5,83% e Cyrela ON, +5,07%, ante ganho de 2,35% do índice Bovespa.

Fora do índice Bovespa, Tecnosolo PN avançava 35,56%, após 127 negócios; MRV ON ganhava 4,53%, com 346 negócios; Klabin Segall ON +4,48%, com 136 negócios; PDG Realty ON +3,76%, com 176 negócios; Rodobens ON +5,64%, após 23 negócios; Tenda ON +7,26%, com 553 negócios; e Tecnisa ON +3,55%, com 40 negócios.

Conforme analistas ouvidos pela Agência Estado, o pacote da habitação anunciado nesta manhã pelo governo federal vai beneficiar principalmente as empresas cujo foco de produção já se encaixa na fatia de renda de três a dez salários mínimos, dentre elas Tenda, Rodobens Negócios Imobiliários, MRV Engenharia e PDG Realty Empreendimentos e Participações. Também serão beneficiadas as empresas com expressiva atuação no segmento econômico, como Rossi Residencial e Cyrela Brazil Realty (por meio da Living).

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