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São Paulo, 4 - O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, afirmou hoje acreditar na abertura dos mercados da União Europeia e dos Estados Unidos para a carne suína de Santa Catarina ainda em 2010. Segundo Camargo, que participa do Seminário Perspectiva para o Agribusiness em 2010 e 2011, o Brasil respondeu na semana passada a um relatório sobre saúde animal enviado pelas autoridades sanitárias europeias e, por isso, vê avanço no processo de reconhecimento do status de Santa Catarina de área livre de febre aftosa sem vacinação.

São Paulo, 4 - O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, afirmou hoje acreditar na abertura dos mercados da União Europeia e dos Estados Unidos para a carne suína de Santa Catarina ainda em 2010. Segundo Camargo, que participa do Seminário Perspectiva para o Agribusiness em 2010 e 2011, o Brasil respondeu na semana passada a um relatório sobre saúde animal enviado pelas autoridades sanitárias europeias e, por isso, vê avanço no processo de reconhecimento do status de Santa Catarina de área livre de febre aftosa sem vacinação. Ele lembrou também que, há poucos dias, o governo americano colocou em consulta pública a possibilidade de abertura do mercado americano para a carne suína catarinense. Com a confirmação da abertura desses dois mercados, Camargo Neto também vê a possibilidade de Japão e Coreia do Sul flexibilizarem as restrições às importações da carne suína brasileira. Segundo ele, uma missão da Coreia do Sul está no Brasil desde a semana passada avaliando pela primeira vez as condições sanitárias da cadeia produtora de suínos. "Falar em abertura de Japão e Coreia do Sul ainda em 2010 seria um otimismo exagerado, mas se não for este ano será no início de 2011", afirmou. Questionado sobre o volume de exportação que a abertura dos mercados europeu e americano poderia significar para o Brasil, Camargo Neto disse que os impactos em um primeiro momento não seriam muito significativos já que os Estados Unidos têm uma grande produção a preços competitivos e a União Europeia adota sistema de cotas. Em caso de abertura do mercado europeu, o Brasil entraria na cota "outros", que tem um volume total de 40 mil toneladas. "Mas o frango também começou assim e hoje o Brasil é um grande exportador de aves para a União Europeia", ressalvou Camargo Neto.

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