Novo selo possui QR Code e mais informações para consumidor
Divulgação/Inmetro
Novo selo possui QR Code e mais informações para consumidor


O Selo Digital de Identificação da Conformidade do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia ( Inmetro) mudou, com foco no combate a falsificações e no aumento da rastreabilidade dos produtos, especialmente em itens de segurança, como extintores de incêndio, capacetes e cilindros de GNV.

O selo  de segurança digital passou a ser obrigatório desde 1º de abril para fabricantes e importadores destes produtos.

A atualização integra o programa Inmetro na Palma da Mão, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que incorpora recursos de segurança gráfica e digital ao Selo de Identificação da Conformidade.

O selo não é só um atestado de uso, mas uma garantia de que o item passou por testes rigorosos e é seguro para uso.

Segundo o Inmetro, o novo modelo possui QR Code para verificação e é muito mais seguro, facilitando a leitura e compreensão das informações técnicas.

Novo selo do Inmetro
Divulgação/Inmetro
Novo selo do Inmetro


“A modernização do Selo de Identificação da Conformidade amplia a capacidade de controle e rastreabilidade dos produtos regulamentados, reforça os mecanismos de prevenção a fraudes e contribui diretamente para a segurança da sociedade. Os itens abrangidos pela medida estão relacionados à proteção da vida e exigem rigoroso controle técnico. Os extintores são essenciais para o combate a incêndios; os capacetes são fundamentais para a proteção de motociclistas e passageiros; e os cilindros de GNV armazenam gás sob alta pressão, o que demanda critérios técnicos ainda mais rigorosos”João Nery, diretor do Inmetro





















Mudança gradual

O Instituto alerta que comércio e distribuidores podem vender produtos com o selo antigo somente até 30 de junho de 2026.



Ainda de acordo com o Inmetro, não será necessário retirar produtos das prateleiras somente pela questão do selo. Tanto a validade quanto a certificação continuam ligadas ao cumprimento das normas técnicas, e não apenas a estética do desenho.

"Este grupo vai fazer a transição de forma gradual, com ambos os modelos de selos "convivendo" em harmonia no mercado", destaca o órgão.

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