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De acordo o ministro, Simples Nacional pode ser fundamental para o crescimento do Brasil pelo fato de favorecer as novas tecnologias

Segundo o ministro Henrique Meirelles, Simples Nacional é capaz de favorecer novas técnicas e negócios, beneficiando a área econômica
Valter Campanato/Agência Brasil
Segundo o ministro Henrique Meirelles, Simples Nacional é capaz de favorecer novas técnicas e negócios, beneficiando a área econômica

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta quinta-feira (27) que a sanção do projeto de lei relativo ao Simples Nacional será fundamental para o crescimento do Brasil. O PL estabelece novos limites para que as empresas sejam enquadradas no programa, além de também estender o prazo para o parcelamente das dívidas tributárias. De acordo o ministro, o Simples Nacional pode levar a uma "revolução econômica", pelo fato de favorecer novas tecnologias.

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Ainda segundo o ministro, o Simples Nacional também é capaz de favorecer novas técnicas e negócios "Em qualquer lugar do mundo, a revolução é cada vez mais tecnológica. A revolução econômica passa por aí”, disse Meirelles, durante a cerimônia de sanção do projeto pelo presidente Michel Temer.

“A geração de emprego e renda passa pelo crescimento econômico, e o crescimento econômico no Brasil de hoje passa pelo governo controlar as suas próprias despesas”, apontou, indicando sintonia entre o projeto e as medidas adotadas.

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“No momento em que a atividade econômica começa a dar sinais de revitalização, o primeiro indicativo é a criação de emprego na base”, acrescentou o ministro.

Meirelles também afirmou que o impacto gerado por problemas nas contas do governo na base da pirâmide da economia é mais elevado porque as grandes empresas conseguem se proteger com mais facilidade do que as pequenas. Assim, o ministro acredita que a restrição da expansão dos gastos públicos será responsável por gerar cada vez mais recursos para a sociedade. “O mais importante é o fato de que o governo está tomando as medidas necessárias para que o País volte a crescer", disse o ministro, que descartou novamente a possibilidade do aumento de impostos no Brasil.

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“Nós não gostamos de pagar impostos. No entanto, os impostos financiam a despesa pública. Quando o governo gasta mais do arrecada, temos uma situação na qual é preciso buscar mais recursos da sociedade. Isso gera duas consequências perversas. Em primeiro lugar, suga recursos da sociedade, deixando menos recursos disponíveis. Em segundo, encarece o custo do dinheiro. Portanto, neste momento, para que possamos voltar a crescer, o governo terá de controlar suas contas. É o que o presidente Temer está fazendo”, concluiu o ministro sobre a ação econômica do governo.

*Com informações da Agência Brasil

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