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Autora transformou conceito em método inédito e, agora, compartilha sua experiência com empresários e empreendedores brasileiros

Opiniões de pensadores, cases, modelos de rankings e uma série de dicas e fórmulas para a implementação imediata do conceito Gift Economy novo circuito de energia que mobiliza os negócios. Esta é a intenção do livro "Economia das Dávidas", cujo lançamento ocorre nesta quarta-feira (3) a partir das 18h30.

Segundo a autora Marina Pechlivanis, a geração atual de valor para os negócios e para o mundo está na pauta das lideranças de muitas empresas, assim como os consequentes impactos positivos.

Livro Economia das Dádivas, lançado hoje
Reprodução
Livro Economia das Dádivas, lançado hoje

“O segredo do sucesso está em compartilhar; ninguém ganha sozinho. Juntos, podemos gerar boas fórmulas para reenergizar as relações de troca propostas pelo mercado. Eis o desafio: fazer bons negócios, ajudar o próximo e melhorar o mundo”, ressalta Marina.

“Diversas associações, instituições, institutos e publicações já estudam, aplicam e avaliam esse modelo", lembra a autora.

A ideia de lançar um livro sobre o tema ocorreu após o lançamento do conteceito de "Gifting", em 2008. Marina o transformou em método e chamou a atenção para uma série de processos que ocorriam de maneira informal no mundo dos negócios e, nos últimos anos, ficaram mais organizados e estruturados.

“Comecei a pesquisar sobre o tema em suas diversas dimensões a partir de conversas com pensadores das áreas de economia, antropologia e sociologia e com executivos da mercadologia e da consultoria de negócios sustentáveis", disse. "E, para concluir o método de investigação, cheguei a cases corporativos em que o processo de troca acontecia como um fator de diferenciação no relacionamento entre a marca e seus públicos.

Cenário

O cenário atual é de questionamento de valores, com limites confusos pela falta de parâmetros. A partir dessa instabilidade, está sendo gerado um novo panorama no qual princípios humanitários podem ser soluções viáveis para um mundo melhor, descentralizando a autoridade pública como geradora única do bem-estar social e transferindo para o indivíduo.

"A crise está em todos os cantos e o mundo está revendo sua forma de fazer negócios e de estabelecer relações. A falsa esperança de que a globalização daria conta do recado e faria o mundo conectado em rede resolver todas as suas questões passa longe de um equilíbrio financeiro. Em uma mesma cidade há ilhas de excelência, com alta produtividade per capita, e redutos de pobreza máxima, sem saneamento básico, porém com fatores que são comuns: a predisposição para o consumo”, finaliza a autora.

*Com informações da assessoria de imprensa

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