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Instituição determina a taxa de juros e controla a flutuação do câmbio no País; BC prevê "importante" desinflação em 2016

Sede do Banco Central, em Brasília
Wikipedia/Creative Commons
Sede do Banco Central, em Brasília

Após a agência de classificação de risco Fitch rebaixar a nota do Brasil nesta quarta-feira (16), o Banco Central declarou que a ação não alerta “o sentido ou a intensidade do ajuste macroeconômico em curso”. Segundo o BC, é prevista uma importante desinflação para 2016. A instituição é responsável por determinar a taxa de juros no País e por controlar a política cambial.

A posição do banco indica que ele não alterará as políticas que tem implementado. De acordo com o BC, o Brasil dispõe de reservas internacionais cerca de 10 vezes maiores que o estoque da divida soberana externa. O banco também afirma que a redução no déficit em 2015 e a indicação da intensificação dessa tendência em 2016 demonstram que seria sólida a situação externa do País.

O banco diz ainda que a economia brasileira vem recebendo fluxos relevantes de investimentos direto, e que o País “está preparado para mudanças nos cenários econômicos interno e externo”.

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