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Houve um pequeno aumento de 0,1% no índice; em relação a dezembro de 2014, no entanto, foi registrada queda de 36%

Melhoraram as avaliações das famílias sobre perspectiva profissional (2,4%), intenção de compra a prazo (0,8%) e perspectiva de consumo (0,3%)
Tânia Rego/Agência Brasil - 8.10.2014
Melhoraram as avaliações das famílias sobre perspectiva profissional (2,4%), intenção de compra a prazo (0,8%) e perspectiva de consumo (0,3%)

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), subiu 0,1% na passagem de novembro para dezembro deste ano, depois de dez meses consecutivos de queda. Apesar da taxa positiva, a CNC considera que essa pequena variação é, estatisticamente, uma estabilidade. Na comparação com dezembro de 2014, no entanto, houve queda de 36%.

De acordo com a CNC, dos sete componentes usados para medir a ICF, três tiveram crescimento na comparação com novembro. Melhoraram as avaliações das famílias sobre perspectiva profissional (2,4%), intenção de compra a prazo (0,8%) e perspectiva de consumo (0,3%).

Por outro lado, houve queda nas avaliações sobre o emprego atual (-0,9%), renda atual (-0,5%), nível de consumo atual (-1,1%) e momento para a compra de bens duráveis (-1,6%).

Na comparação com dezembro de 2014, houve recuo nos sete componentes: emprego atual (-20,6%), perspectiva profissional (-20%), renda atual (-29,8%), compra a prazo (-39,4%), nível de consumo atual (-44,9%), perspectiva de consumo (-52,1%) e momento para duráveis (-51,4%).

Na avaliação da CNC, dezembro é sazonalmente caracterizado pela geração de postos de trabalho temporários e por maior consumo das famílias. No entanto, o período natalino deste ano deve refletir o “desaquecimento no ano de 2015 e não será animador para o mercado de trabalho nem para os consumidores”, informa nota da CNC.

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