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Presidente da República reduziu meta fiscal de 0,7% para 0,5% do PIB; decisão contraria opinião do ministro Joaquim Levy

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ainda não se pronunciou sobre a decisão de Dilma
José Cruz/ABr
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ainda não se pronunciou sobre a decisão de Dilma

A presidente Dilma Rousseff enviou ao Congresso Nacional nesta terça-feira (15) uma proposta que propõe a meta fiscal para o ano que vem com superávit primário de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto). A decisão contraria o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que defendia superávit de 0,7% do PIB, e chegou a afirmar que  seria um “inconveniente” reduzir a proposta de meta para 2016.

O texto prevê que, do total do resultado fiscal, R$ 24 bilhões sejam da União e R$ 6 bilhões de estados e municípios. Ainda assim, fica a possibilidade de o governo fazer novas reduções – e até mesmo zerar – a meta prevista para o próximo ano.

Em números absolutos, a proposta do governo federal é de cair o superávit primário de R$ 43,8 bilhões para R$ 30,59 bilhões. 

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