Tamanho do texto

A Bahia mostrou a maior taxa de desocupação (12,8%) e Santa Catarina (4,4%), a menor; rendimento médio é de R$ 1.889

No 3º trimestre de 2015, a taxa de desemprego chegou a 8,9%, a maior taxa da série iniciada em 2012. Em relação ao mesmo trimestre de 2014, a taxa subiu em todas as Regiões: Norte (de 6,9% para 8,8%), Nordeste (de 8,6% para 10,8%), Sudeste (de 6,9% para 9,0%), Sul (de 4,2% para 6,0%) e Centro-Oeste (de 5,4% para 7,5%).

Este foi o maior crescimento da população desocupada, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, na série da PNAD Contínua
Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
Este foi o maior crescimento da população desocupada, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, na série da PNAD Contínua

A Bahia mostrou a maior taxa de desocupação (12,8%) e Santa Catarina (4,4%), a menor. Entre os 27municípios das capitais, Salvador tinha a maior taxa (16,1%) e Rio de Janeiro (5,1%) a menor. Entre as 21regiões metropolitanas investigadas, Salvador (17,0%) tinha a maior taxa de desocupação e Curitiba (5,7%) a menor.

A taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade (19,7%) apresentou patamar elevado em relação à taxa média total (8,9%). Este comportamento foi verificado, tanto para o Brasil, quanto para as cinco Grandes Regiões.

Este foi o maior crescimento da população desocupada, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, na série da PNAD Contínua.

Rendimento médio

O rendimento médio dos trabalhadores, R$ 1.889, caiu -1,2% em relação ao segundo trimestre de 2015 (R$ 1.913) e ficou estável (0,0%) em relação ao mesmo trimestre de 2014 (R$ 1.890).

No 3º trimestre de 2015, 51,2% das pessoas desocupadas tinham concluído pelo menos o ensino médio. Cerca de 25,9% não tinham concluído o ensino fundamental. Aquelas com nível superior completo representavam 8,8%.


    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.