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Se aprovada, medida irá contribuir para a elevação da arrecadação; governo estima arrecadar R$ 8,2 bilhões a mais

Agência Câmara

A medida altera a forma de tributação de bebidas quentes – como vinho, cachaça, uísque e vodca, entre outras
Dean Cox/The New York Times
A medida altera a forma de tributação de bebidas quentes – como vinho, cachaça, uísque e vodca, entre outras

A medida provisória que eleva os tributos para bebidas e eletrônicos deve ser apreciada na próxima terça-feira (10), pela comissão mista competente. O relator é o senador Humberto Costa (PT-PE).

A MP 690 altera a forma de tributação de bebidas quentes – como cachaça, vinho, uísque e vodca, entre outras – e acaba com a isenção do PIS/Pasep e da Cofins a produtos eletrônicos como computadores, smartphones, roteadores e tablets, antes prevista na Lei do Bem. 

A medida, se aprovada, irá contribuir para a elevação da arrecadação federal. A partir de 2016, quando as principais alterações passam a vigorar, o governo espera arrecadar R$ 8,2 bilhões a mais. 

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