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Os bancários reivindicam reajuste de 16%, com piso salarial de R$ 3.299,66, além do fim das metas individuais

Os integrantes do Comando Nacional de Greve dos Bancários estão reunidos em São Paulo para avaliar a nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), de aumento salarial de 10% e reajuste de 14% sobre os vales-refeição e alimentação. A oferta patronal foi apresentada hoje (23), em rodada de negociações em São Paulo.

Greve dos bancários começou no dia 13 após negociação durante todo o mês de setembro
Tânia Rêgo/Agência Brasil
Greve dos bancários começou no dia 13 após negociação durante todo o mês de setembro

No caso da correção dos vencimentos, houve uma pequena elevação sobre a última proposta, definida em 8,75%, mas que foi rejeitada pela categoria.

Os bancários entraram nesta sexta-feira no 18º dia de greve. De acordo com nota divulgada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, os bancos pretendem descontar os dias parados ou cobrar dos empregados a reposição das horas não trabalhadas.

As negociações em torno do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal vão ocorrer de forma separada, assim que terminarem as discussões entre os representantes dos bancários das demais instituições e da Fenaban.

Os bancários reivindicavam, inicialmente, reajuste de 16% (aumento real de 5,6%), com piso salarial R$ 3.299,66 e Participação em Lucro e Resultados de três salários-base, mais parcela adicional fixa de R$ 7.246,82. A categoria também pede vale-refeição e vale-alimentação no valor de R$ 788 e melhores condições de trabalho, com o fim das metas individuais.

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